8 Razões para um Psicólogo tirar formação em PNL

8 RAZÕES PARA UM PSICÓLOGO TIRAR UMA FORMAÇÃO EM PNL

A PNL surge na década de 70 com uma questão colocada por Bandler, na época estudante de Psicologia: “…O que leva alguns Psicoterapeutas a provocar rápidos insights nos seus pacientes, enquanto outros não conseguem o mesmo resultado, apesar de terem a mesma formação académica?”. Para dar resposta a esta questão contou com o apoio de Grinder, da área da Linguística.

Bandler e Grinder iniciaram a investigação dos padrões linguísticos utilizados por Psicoterapeutas como Fritz Perls da Terapia-Gestalt; Virgínia Satir, terapeuta familiar e Milton Ericsson hipnoterapeuta, esta modelagem deu origem aos dois primeiros modelos da PNL: O Metamodelo e o Modelo Milton.

A curiosidade dos autores, sobre os mistérios do cérebro e do pensamento, foi aumentando de tal ordem que a PNL, para além da Psicologia e da Linguística começou a beber conhecimento de varias áreas como da cibernética, da Informática, recebendo também influências conceptuais de vários autores como Gregory Bateson (Escola de Paulo Alto), Korzybski, Chomsky, Karl Pribam.

A PNL foi desenvolvendo, um conjunto de ferramentas e pressupostos, tornando-se numa disciplina que tem como objectivo o estudo e o ensino, não só de ferramentas de comunicação que permitem comunicar melhor connosco próprio e com os outros, mas também, de aprender como obter maior controle sobre o que nós consideramos funções automáticas da nossa própria neurologia.

Para os profissionais como os Psicólogos que trabalham com relações humanas, a PNL é um excelente complemento à formação base, pois proporciona um conjunto de ferramentas práticas, capazes de estudar e alterar, tanto o pensamento como o comportamento, incitando o potencial humano.

Com a PNL os Psicólogos terão a possibilidade de:

  • Ficar a conhecer a estratégia e os padrões linguísticos utilizados por terapeutas como Virgínia Satir; Perls e Milton Ericson;
  • Saber de que forma podem aplicar a teoria do condicionamento, para dessensibilização ou para potenciar o comportamento desejado;
  • Conhecer a unidade básica do pensamento – Submodalidades – e de que forma se pode alterar as características do pensamento, alterando rapidamente o significado de uma experiencia passada que possa estar a condicionar negativamente o comportamento desejado;
  • Desenvolver e aprender técnicas para criação de empatia profunda Rapport profundo, potenciando a relação terapêutica;
  • Conhecer ou aprofundar padrões hipnóticos, indutores de alterações comportamentais;
  • Desenvolver técnicas que permitem identificar e alterar: emoções, crenças limitadoras, comportamentos;
  • Ficar a conhecer de que forma as pistas de acesso ocular (ou quadrantes do olhar) permitem saber que estratégia mental está a ter o paciente para permanecer com determinado comportamento.
  • Identificar a hierarquia de valores que regem a conduta do paciente e identificar que valores de afastamento estão a criar conflitos internos.

A PNL tem vindo a modelar pessoas de sucesso, a desenvolver investigações que permitam conhecer o processamento do nosso pensamento, transformando este conhecimento em técnicas e ferramentas práticas para potenciar as capacidades humanas, complementando assim várias outras disciplinas.

No nosso curso Practitioner InPNL vai não só aprender estas técnicas como integrá-las na sua profissão e na sua vida pessoal.